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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Pesquisa Affare/ Interjato/ RN/ Avaliação: 64,9% desaprovam o governo Fátima; 23,1% aprovam

NÃO ADIANTOU O PREFEITO DE MOSSORÓ, Allyson Bezerra, tentar impedir a publicação da pesquisa AFFARE/INTERJATO/BLOGDOBG. Abaixo a gente publica avaliação Governo Fátima.

Pesquisa AFFARE/Interjato realizada em todas as regiões do RN perguntou aos eleitores sobre a avaliação quem fazem do governo Fátima Bezerra.

64,9% dos entrevistados desaprovam o governo Fátima, enquanto 23,1% aprovam. Outros 12% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 8 a 12 de janeiro de 2026, antes da oficialização das três pré-candidaturas na quarta-feira 21 de janeiro. Foram entrevistados 1.697 eleitores com 16 anos ou mais em todas as regiões do RN. A margem de erro da pesquisa é de 2,49%. O intervalo de confiança é de 95,5%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o n° RN-04989/2026.

PesquisA Affare/ Interjato/ Governo RN/ Cenário 1: Rogério Marinho lidera com 26,8%; Allyson tem 19,5% e Cadu Xavier 4,2%

NÃO ADIANTOU O PREFEITO DE MOSSORÓ, Allyson Bezerra, tentar impedir a publicação da pesquisa AFFARE/INTERJATO/BLOGDOBG. Abaixo a gente publica intenção de voto Governador Cenário 1

Pesquisa AFFARE/Interjato realizada em todas as regiões do RN perguntou aos eleitores em quem eles votariam para goverador em 2026.

No cenário estimulado 01, Rogério Marinho lidera com 26,8%, seguido por Allyson Bezerra com 19,5%. Em terceiro, Cadu Xavier com 4,2%.

Branco/nulo somam 28%, enquanto 21,4% não souberam ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 8 a 12 de janeiro de 2026, antes da oficialização das três pré-candidaturas na quarta-feira 21 de janeiro. Foram entrevistados 1.697 eleitores com 16 anos ou mais em todas as regiões do RN. A margem de erro da pesquisa é de 2,49%. O intervalo de confiança é de 95,5%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o n° RN-04989/2026.

PesquisA Affare/ Interjato/ Governo RN/ Cenário 2: Allyson tem 22,2% contra 21,2% de Álvaro Dias; Cadu Xavier tem 4,6%

NÃO ADIANTOU O PREFEITO DE MOSSORÓ, Allyson Bezerra, tentar impedir a publicação da pesquisa AFFARE/INTERJATO/BLOGDOBG. Abaixo a gente publica intenção de voto Governador Cenário 2

Pesquisa AFFARE/Interjato realizada em todas as regiões do RN perguntou aos eleitores em quem eles votariam para goverador em 2026.

No cenário estimulado 02, Allyson Bezerra tem 22,2%, Álvaro Dias tem 21,2%. Em terceiro, Cadu Xavier com 4,6%.

Branco/nulo somam 31,3%, enquanto 20,7% não souberam ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 8 a 12 de janeiro de 2026, antes da oficialização das três pré-candidaturas na quarta-feira 21 de janeiro. Foram entrevistados 1.697 eleitores com 16 anos ou mais em todas as regiões do RN. A margem de erro da pesquisa é de 2,49%. O intervalo de confiança é de 95,5%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o n° RN-04989/2026.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

União Brasil e advogado de Alysson entra na justiça e impede publicação de pesquisa pelo BlogdoBG

O Blog do BG foi surpreendido com a decisão judicial na noite desta quarta-feira (21), com o impedimento da publicação da pesquisa que divulgaríamos no Meio dia RN e no Blog do BG nessa quinta-feira (22).

A pesquisa é do Instituto Affare, que tem como proprietária a Interjato, uma empresa de credibilidade, respeitada no Rio Grande do Norte e por todo o Brasil.

Surpreendentemente o União Brasil e o advogado Caio Vitor Ribeiro Barbosa, que presta serviço ao prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra, adentraram na justiça alegando que o estatístico do Instituto Affare, um homem respeitado e reconhecido pela qualidade do seu trabalho, não foi encontrado o registro no conselho de estatística. Por esse motivo, em janeiro de 2026, aproximadamente 10 meses antes das eleições, conseguiu impedir a publicação da pesquisa.

Qual receio de Alysson Bezerra, do União Brasil e do advogado Caio Vitor na publicação de uma pesquisa em janeiro de 2026 em que o candidato Alysson Bezerra vem bem posicionado? É, dá pra notar que a ansiedade de Alysson Bezerra, do seu advogado e do União Brasil já começaram 2026 queimando a largada.

Crise do Banco Master amplia desgaste de Toffoli e leva STF a discutir blindagem institucional

Os desdobramentos do caso Banco Master passaram a gerar um foco de tensão dentro do Supremo Tribunal Federal (STF), com o ministro Dias Toffoli no centro das críticas. A condução das investigações sobre supostas fraudes bilionárias envolvendo a instituição financeira de Daniel Vorcaro tem provocado incômodo não só na Polícia Federal e no Banco Central, mas também entre integrantes da própria Corte, preocupados com o impacto institucional do episódio.

Decisões tomadas por Toffoli, como a imposição de sigilo ao processo, intervenções diretas na dinâmica da investigação e embates com órgãos de controle, vêm sendo questionadas por juristas. O desgaste aumentou após revelações sobre vínculos indiretos entre familiares do ministro e negócios relacionados a fundos ligados ao Master, incluindo a participação desses fundos em um resort no Paraná frequentado por Toffoli, ainda que ele não figure formalmente como sócio do empreendimento.

O caso também passou a ter reflexos políticos. Parlamentares da oposição articulam uma CPMI para apurar o escândalo, com o STF inevitavelmente no radar. Nos bastidores, contudo, avalia-se que a Procuradoria-Geral da República dificilmente pedirá o afastamento do ministro, tanto por ausência de elementos formais no processo quanto pelo risco de criar uma crise aberta entre a PGR e o Supremo.

Diante do cenário, ministros discutem alternativas para reduzir o desgaste da Corte, como a eventual redistribuição do caso ou o avanço de um código de conduta para integrantes de tribunais superiores. A avaliação predominante, porém, é que Toffoli não deve se declarar impedido e que o processo seguirá no STF, com a aposta de que, com o tempo, a pressão política e pública sobre o episódio diminua.

Com informações do O Globo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Allyson Bezerra, Carlos Eduardo Xavier e Álvaro Dias são os nomes que disputarão o Governo

Os três nomes confirmados para a disputa no Governo do RN para o pleito de 2026 são:

Allyson Bezerra (União Brasil), atual prefeito de Mossoró, aparece como um dos principais nomes na disputa pelo governo potiguar. Bezerra tem consolidado apoio e visibilidade, impulsionado pelo forte desempenho eleitoral na segunda maior cidade do estado e presença consistente em levantamentos eleitorais.

Do campo governista, o secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier (conhecido como Cadu Xavier, PT), surge como a alternativa apoiada pela base da atual gestão da governadora Fátima Bezerra. Cadu tem defendido propostas para enfrentar desafios como a situação fiscal do estado e tem buscado ampliar sua presença política no interior e entre setores do eleitorado que apoiam continuidade administrativa.

No campo da oposição e de centro-direita, Álvaro Dias (Republicanos), ex-prefeito de Natal, tem se posicionado como opção competitiva entre os eleitores, aproveitando sua experiência administrativa na capital potiguar e articulando apoios em diferentes regiões do estado.

Larissa Rosado surge como nome forte para ocupar a vice de Cadu Xavier

A presidente estadual do PT no Rio Grande do Norte, Samanda Alves, confirmou que estão em curso negociações para que a ex-deputada Larissa Rosado (PSB) componha a chapa como vice de Cadu Xavier. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Tamo Junto, da 88FM.

Em conversa exclusiva com a FM Universitária, nesta segunda-feira (19), Samanda afirmou que o diálogo entre os partidos evoluiu e que o nome de Larissa está no centro das articulações políticas para a formação da chapa majoritária.

Apesar do avanço, a dirigente petista ponderou que ainda não há definição oficial. “Não existe definição ainda, mas a ex-deputada Larissa Rosado está em pleno diálogo conosco”, disse a parlamentar.

Larissa Rosado, que atualmente preside o PSB no estado, é vista como um nome estratégico para ampliar alianças e fortalecer o projeto político encabeçado por Cadu Xavier, sobretudo na construção de uma frente mais ampla para a disputa eleitoral.

Trump afirma que Conselho de Paz pode substituir a ONU e critica atuação da organização

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (20) que o Conselho de Paz criado por seu governo pode substituir a Organização das Nações Unidas (ONU). Em declarações à imprensa, Trump voltou a criticar a entidade internacional, classificando-a como ineficaz na resolução de conflitos globais.

“A ONU simplesmente não tem sido muito útil. Sou um grande fã do potencial da ONU, mas ela nunca esteve à altura do seu potencial”, disse o presidente, durante uma coletiva que marcou um ano de seu retorno à Casa Branca. Segundo Trump, a organização falhou em conflitos que ele afirma ter resolvido sem qualquer participação do organismo internacional.

O Conselho de Paz foi instituído no contexto do acordo articulado por Trump para encerrar a guerra entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza. Nesta semana, o presidente norte-americano enviou convites a diversos líderes mundiais para integrar o novo painel, incluindo o presidente da Rússia, Vladimir Putin. A iniciativa, no entanto, tem dividido opiniões no cenário internacional.

O presidente da França, Emmanuel Macron, já sinalizou que não aceitará o convite, alegando dúvidas sobre o papel e a abrangência do conselho. Mais cedo, o chefe de assuntos humanitários da ONU, Tom Fletcher, reagiu às declarações de Trump e afirmou que a organização não será substituída. “Está claro para mim, e para meus colegas também, que as Nações Unidas não vão a lugar nenhum”, disse em entrevista à CNN.

Com informações da CNN

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Rogério Marinho sinaliza recuo na disputa pelo Governo do RN

O senador Rogério Marinho deixou escapar, nos bastidores, a possibilidade de não disputar o Governo do Rio Grande do Norte. A justificativa seria uma missão considerada estratégica e de confiança máxima: coordenar a campanha de Flávio Bolsonaro, função que o colocaria no centro das articulações nacionais da direita.

Com esse possível reposicionamento de Rogério, ganha força no grupo o nome do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, apontado como o candidato natural para assumir a cabeça da chapa. O projeto ainda conta com o apoio do prefeito de Natal, Paulinho Freire, reforçando a articulação política do bloco.

Outro movimento relevante é a chegada do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, que passa a integrar o grupo e amplia o leque de alianças no cenáriopolítico estadual.

MDB confirma Hermano Morais para vice na chapa de Allyson Bezerra

O MDB do Rio Grande do Norte definiu o nome que ocupará a vaga de vice-governador na chapa liderada pelo prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), na disputa pelo Governo do Estado em 2026. A escolha recaiu sobre o deputado estadual Hermano Morais, indicação feita pelo vice-governador e presidente estadual do partido, Walter Alves.

A decisão consolida o alinhamento do MDB ao projeto eleitoral de Allyson e reforça o posicionamento da legenda como um dos principais atores na construção da sucessão estadual. Internamente, a definição é tratada como estratégica para garantir protagonismo do partido na composição majoritária.

O movimento também sinaliza a antecipação do debate eleitoral no estado. Com a vice já definida, o grupo político busca dar previsibilidade à aliança e criar condições para ampliar o arco de apoios nos próximos meses, em um cenário que tende a se intensificar ao longo de 2025.

Para viabilizar formalmente a aliança, Hermano Morais deverá deixar o PV e retornar ao MDB, legenda pela qual já atuou em outros momentos da carreira política. A expectativa, segundo interlocutores, é que tanto a refiliação quanto a apresentação pública da chapa ocorram nos próximos dias, dentro de uma agenda previamente alinhada entre as lideranças envolvidas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

A paciência de Paulinho Freire acabou com José Agripino

Vem aí nitroglicerina pura. E o pavio já está aceso. Nos bastidores da política potiguar, o prefeito de Natal, Paulinho Freire, não esconde mais de seus íntimos que a relação com o ex-senador José Agripino Maia está longe de ser amistosa. Para aliados próximos, Paulinho já admite, sem rodeios, que não se considera mais aliado político de Agripino.

O estopim da crise atende pelo nome de Nina Souza. A demora — ou resistência — em liberar a carta de anuência para que a vereadora e primeira-dama de Natal deixe o União Brasil e migre para o PL tem provocado irritação crescente no prefeito. O que antes era tratado como um ruído administrativo virou questão política de alto risco.

A leitura de Paulinho é simples: mexer com Nina Souza é mexer diretamente com ele. E, nesse caso, a paciência acabou.

Do Robson Pires