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quarta-feira, 6 de maio de 2026

MEIO/IDEIA: Flávio tem 45,3% e Lula 44,7% no 2º turno

Levantamento da Meia/Ideia divulgado nesta 4ª feira (6.mai.2026) mostra que o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,3% das intenções de voto em um eventual 2º turno. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pontua 44,7%. Os 2 estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 1º a 5 de maio de 2026. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-05356/2026. Custou R$ 27.600 e foi pago pelo Canal Meio.

A pesquisa testou um cenário de 1º turno. A Meia/Ideia perguntou: “Em qual desses candidatos você votaria para presidente da República se a eleição fosse hoje?”. Eis como os entrevistados responderam:

Poder360

Quatro mulheres são mortas por dia em casos de feminicídio no Brasil em 2026

O Brasil registrou aumento de 7,55% nos casos de feminicídio no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Entre janeiro e março, foram contabilizadas 399 vítimas em todo o país.

Os números representam o maior índice já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), em 2015.

O levantamento mostra que o total saltou de 125 casos em 2015 para 399 em 2026, um aumento acumulado de aproximadamente 219% no período analisado, conforme informações da Folha.

Segundo os dados, foram 142 vítimas em janeiro, 123 em fevereiro e 134 em março, mantendo média de quatro mortes por dia em contextos de violência doméstica, familiar ou de gênero.

Em 2025, o país já havia registrado o maior número anual da série histórica, com 1.470 feminicídios, superando os 1.464 casos de 2024.

Dia 09 de Maio: 5ª Grande Vaquejada: Parque Rancho 13 de Maio

Está Chegando O Dia!

5ª Grande Vaquejada: Parque Rancho 13 de Maio, Olho D'água do Borges

terça-feira, 5 de maio de 2026

REAL TIME BIG DATA: Flávio lidera disputa contra Lula no 2º turno; veja números

Pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (5) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno presidencial.

Segundo o levantamento, Flávio tem 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula, cenário que configura empate técnico dentro da margem de erro, conforme a CNN.

A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o que indica uma disputa aberta e sem definição no momento. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. O nível de confiança é de 95%.

Desaprovação de Lula aumenta para 52% e e supera aprovação, aponta pesquisa


Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (5) aponta que a desaprovação ao governo do presidente Lula (PT) ultrapassou os 50% e já supera a aprovação. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o país e indica leve oscilação nos índices em relação ao levantamento anterior.

De acordo com os dados, 52% dos entrevistados disseram desaprovar a gestão, enquanto 42% afirmaram aprovar. Outros 6% não souberam responder ou preferiram não opinar.

Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em março, a aprovação recuou de 44% para 42%. Já a desaprovação aumentou de 51% para 52%, dentro da margem de erro.

Segundo o instituto, o levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de maio, com entrevistas em todas as regiões do país.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03627/2026. V

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Lula é aconselhado a declarar apoio à CPI do Master

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem sendo aconselhado a declarar apoio à criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) voltada a investigar o caso Master.

O petista vinha resistindo à pressão, mas a orientação de dirigentes do partido é aumentar a pressão sobre o comando do Poder Legislativo.

O aceno do presidente seria uma forma de endossar a estratégia de vincular o escândalo financeiro ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como feito em propaganda partidária que criou a alcunha “BolsoMaster”.

Além disso, segundo auxiliares do presidente, essa seria uma resposta ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), que é contra a CPI do Banco Master e atuou contra a nomeação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Um dos motivos apontados para a rejeição histórica de Messias foi sua relação próxima ao ministro André Mendonça, relator do escândalo do Banco Master na Suprema Corte.

As investigações da PF (Polícia Federal) mostraram que as vinculações do caso Master não se restringiram a um grupo partidário, envolvendo políticos de direita, de centro e de esquerda.

CNN

Rombo fiscal é o maior da série histórica e chega a R$ 1,2 trilhão em 12 meses

O déficit nominal das contas públicas atingiu R$ 1,218 trilhão no acumulado de 12 meses até março, o maior valor da série histórica iniciada em 2002, segundo o Banco Central.

O rombo permanece acima de R$ 1 trilhão há sete meses consecutivos e cresce há nove meses seguidos. O resultado reflete principalmente dois fatores: o aumento dos juros da dívida, que chegaram a R$ 1,080 trilhão, e o déficit nas contas primárias.

O déficit primário — que desconsidera os juros — foi de R$ 137,1 bilhões em 12 meses, mais que o dobro do registrado em fevereiro (R$ 52,8 bilhões).

Só em março, o setor público registrou déficit primário de R$ 80,7 bilhões, puxado pelo governo central (R$ 74,8 bilhões) e por estados e municípios (R$ 5,4 bilhões). As estatais também tiveram saldo negativo de cerca de R$ 500 milhões.

Os gastos com juros somaram R$ 118,9 bilhões no mês, bem acima dos R$ 75,2 bilhões registrados em março de 2025.

domingo, 3 de maio de 2026

Pacheco sinaliza a aliados que está fora das disputas para o STF

O senador Rodrigo Pacheco indicou a aliados que não pretende disputar uma vaga no Supremo Tribunal Federal nem o governo de Minas Gerais.

Nos bastidores, o nome de Pacheco chegou a ser defendido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, como alternativa ao STF. Já o presidente Lula articulava para que ele fosse candidato ao governo mineiro.

Após a rejeição do nome de Jorge Messias no Senado, Pacheco passou a sinalizar que não tem interesse em nenhum dos dois caminhos. Segundo o G1, Pacheco afirmou a interlocutores que não deseja ser novamente cogitado para o Supremo e também avalia como comunicar a Lula que não pretende disputar eleições em Minas.

Durante a votação que barrou Messias, Pacheco manteve postura discreta no plenário. Antes, chegou a demonstrar apoio ao indicado, com reunião e manifestação pública.

Agora, segundo aliados, o senador pretende adotar um papel mais conciliador, buscando aproximar Lula e Alcolumbre após o desgaste político gerado no episódio.

RN perde R$ 13 bilhões e vê investimentos em energia solar irem embora

O RN registrou a frustração de cerca de R$ 13 bilhões em investimentos após a devolução de outorgas de projetos de usinas solares entre 2025 e o início de 2026, segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), cenário que acende alerta para impactos na economia, empregos e atração de novos empreendimentos no estado.

De acordo com os dados, foram devolvidos 2,8 gigawatts (GW) em capacidade de geração, volume superior aos 2,1 GW atualmente em operação no RN. Ao todo, 51 projetos foram afetados, o que representa cerca de 7% das devoluções registradas no Brasil no período analisado, conforme informações da Tribuna do Norte.

Segundo a Absolar, um dos principais fatores para a desistência dos empreendimentos é o chamado “curtailment”, que são cortes na geração de energia renovável sem compensação financeira aos produtores, além de entraves regulatórios e limitações na infraestrutura de escoamento.

Representantes do setor energético apontam que o cenário pode impactar diretamente a geração de empregos, a arrecadação e a competitividade do estado, além de aumentar a cautela de investidores nacionais e internacionais na destinação de novos recursos para o RN.

De acordo com especialistas e entidades, mudanças recentes no marco regulatório do setor elétrico, redução de subsídios e incertezas jurídicas também estariam entre os fatores que influenciam a devolução das outorgas e a retração dos projetos no estado.

As informações são baseadas em levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e em declarações de representantes do setor.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Simone Tebet, que já chamou Lula de “ladrão”, surge como nome para o STF

O Palácio do Planalto intensificou as articulações para a próxima indicação ao Supremo Tribunal Federal. Nesta sexta-feira (1º), após a recusa do advogado-geral da União, Jorge Messias, o nome da ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, passou a ganhar força nos bastidores do governo e do PT.

A movimentação reflete a busca por um perfil que consiga equilibrar apoio político e renovação na Suprema Corte, em uma escolha que tem impacto direto no cenário institucional e político do país.

O que chama atenção é o histórico recente. Simone Tebet, em debates eleitorais anteriores, chegou a chamar Lula de ladrão.

A menção ao nome de Tebet para a Suprema Corte não é novidade; ela já figurou em outras listas de cotados. Ela desfruta de notável simpatia entre a cúpula da Casa Legislativa e recebe o apoio de ministros do próprio STF, como Gilmar Mendes e Flávio Dino, fortalecendo sua posição como uma escolha de consenso.

Oposição vai buscar anistia para envolvidos no ‘8 de janeiro’ mesmo após derrubada do veto da dosimetria

A oposição ao governo Lula prepara um novo projeto para anistiar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, mesmo após a aprovação da dosimetria, que reduz penas.

O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que a proposta deve prever “anistia ampla, geral e irrestrita” e será apresentada em um momento mais favorável.

A medida, prevista no Código Penal, extingue punições e processos. O texto original com esse alcance acabou substituído pela dosimetria durante a tramitação no Congresso.

Parlamentares como Marcel van Hattem (Novo-RS) avaliam que a derrubada do veto abre caminho para retomar a pauta. Já Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu “justiça integral” aos condenados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para o senador Esperidião Amin (PP-SC), a dosimetria é o primeiro passo, e a anistia pode ser a próxima etapa, com possível revisão de processos ligados ao caso.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

5ª Grande Vaquejada: Parque Rancho 13 de Maio, Olho D'água do Borges


 

Despesa com juros da dívida será recorde no governo Lula

A despesa do setor público consolidado –União, Estados, municípios e estatais– com juros da dívida será recorde no 3º governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O gasto médio será 7,64% do Produto Interno Bruto.

O pico anterior havia sido no 1º mandato de Lula, de 2003 a 2006, quando o pagamento médio foi de 7,25% do PIB. O governo Jair Bolsonaro (PL) teve o menor patamar da história com esse tipo de despesa (4,97%). O percentual foi impactado pela pandemia de covid-19, quando o Banco Central reduziu o juro-base, chegando até 2% ao ano, para estimular a economia em momento de crise sanitária.

O gasto com juros da dívida está em trajetória de expansão. No acumulado de 12 meses até março, o setor público consolidado pagou R$ 1,08 trilhão com juros da dívida, o maior valor anualizado em termos nominais da série histórica. A despesa em base anual era de R$ 1,037 trilhão em fevereiro e de R$ 935 bilhões em março de 2025.

Lula culpou o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto pelos juros elevados. Foram dezenas de críticas, que começaram em 18 de janeiro de 2023 e se estenderam até a saída do ex-banqueiro central do cargo. Indicado pelo governo, Gabriel Galípolo foi poupado das reclamações de Lula, apesar de ter votado para subir a taxa básica, a Selic, depois da saída de Campos Neto.

A Selic tem efeito importante no encarecimento dos juros da dívida. Quando Campos Neto saiu do cargo, em dezembro de 2024, o juro-base estava em 12,25% ao ano. Com Galípolo, subiu para 15% ao ano em junho de 2025, e permaneceu neste patamar até março de 2026.

O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu cortar a taxa básica para 14,50% ao ano na reunião de 4ª feira (29.abr.2026).

Eis o histórico anual de gastos com juros da dívida no governo Lula:

2023: -6,56% do PIB;

2024: -8,07% do PIB;

2025: -7,91% do PIB;

2026: -8,0% do PIB (estimativa do Boletim Focus).

Poder360

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Trump publica foto segurando fuzil e diz que Irã precisa ‘ficar esperto logo’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (29), que o Irã “não consegue se acertar”, em meio ao impasse nas negociações para encerrar a guerra entre os dois países.

“Eles não sabem como assinar um acordo não nuclear. É bom que eles fiquem espertos logo”, acrescentou Trump em postagem na Truth Social.

A publicação veio acompanhada de uma foto de Trump segurando um fuzil, com explosões ao fundo, e a legenda “Chega de Sr. Cara Legal!”.

No começo da semana, o Irã apresentou aos EUA uma proposta para encerrar a guerra e reabrir o estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial, caso Washington adie conversas sobre o programa nuclear de Teerã e suspenda o bloqueio a portos iranianos.

A oferta foi recebida com ceticismo pelo governo Trump, segundo o The Wall Street Journal.

De acordo com o Wall Street Journal, autoridades dos EUA disseram que o presidente havia instruído seus assessores a se prepararem para um bloqueio prolongado dos portos do Irã, em uma tentativa de forçar Teerã a capitular.

R7

Sob sombra da Operação Mederi, Allyson segue em pré-campanha pelo RN

Enquanto a Polícia Federal não se manifesta publicamente sobre as investigações da Operação Mederi, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, segue na condição de pré-candidato ao Governo do Estado, mantendo agenda política com visitas e produção de conteúdos pelo Rio Grande do Norte.

Conhecido na política mossoroense como “menino pobre”, Allyson continua percorrendo municípios e articulando apoios, mesmo com o cenário de investigação ainda em aberto.

A Operação Mederi completou três meses desde sua deflagração e teve como um dos alvos o então prefeito de Mossoró, sob suspeita de participação em supostos desvios de recursos financeiros na área da saúde.

terça-feira, 28 de abril de 2026

5ª Grande Vaquejada: Parque Rancho 13 de Maio, Olho D'água do Borges


 

Allyson Bezerra elogia engorda de Ponta Negra e reconhece obra de Álvaro Dias

O pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, reconheceu publicamente a importância da obra de engorda da praia de Ponta Negra, realizada na gestão do ex-prefeito Álvaro Dias.

Ao comentar o tema, Allyson afirmou que é favorável ao tipo de intervenção, citando inclusive exemplos semelhantes em estados como Ceará e Santa Catarina, onde projetos dessa natureza vêm sendo adotados no litoral.

Apesar do reconhecimento, o pré-candidato fez uma ressalva. Segundo ele, a obra em Natal não teria sido bem planejada e executada em alguns pontos, especialmente no que diz respeito à drenagem, que tem apresentado problemas.

Diante disso, Allyson sinalizou que, caso eleito, pretende montar um grupo de trabalho para avaliar e corrigir os transtornos identificados.

O fato chama atenção no cenário político, já que, mesmo sendo adversário direto, Allyson acaba reconhecendo a relevância de uma das principais obras da gestão de Álvaro Dias — ainda que com críticas pontuais à forma como foi conduzida.

PESQUISA ATLASINTEL: rejeição a Lula chega a 75% entre evangélicos e dispara entre jovens

A rejeição ao governo do presidente Lula (PT) atinge 75,4% entre evangélicos e chega a 69,4% entre jovens de 16 a 24 anos, segundo levantamento da AtlasIntel divulgado nesta terça-feira (28). De acordo com os dados, o índice geral de avaliação negativa da gestão federal também apresentou leve alta em abril, indicando avanço da percepção crítica em diferentes segmentos.

Segundo a pesquisa, 51,3% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo, ante 50% em março. Já a avaliação positiva, considerada como ótimo ou bom, passou de 41% para 42%.

A variação ocorre, principalmente, pela redução no número de entrevistados que avaliavam a gestão como regular, que caiu de 10% para 6,8%.

De acordo com o levantamento, a rejeição é mais elevada entre evangélicos (75,4%), jovens de 16 a 24 anos (69,4%) e homens (57,3%).

O estudo também aponta índices elevados entre pessoas com ensino médio completo, que registram 56,8% de avaliação negativa do governo.

Em termos regionais, Norte e Nordeste apresentam avaliações mais positivas, enquanto Sudeste, Sul e Centro-Oeste concentram maiores percentuais de reprovação, segundo a AtlasIntel.

A pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, conforme informado pela empresa.

MPRN expõe colapso em Mossoró e desafia marketing de Alysson Bezerra

Um ultimato do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) impõe um freio na narrativa de sucesso da gestão Alysson Bezerra em Mossoró, revelando, nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, um cenário de fragilidade estrutural. Relatórios detalhados, divulgados na semana passada pelo Diário do RN, apontam deficiências críticas na saúde, educação e assistência social, demandando ações urgentes do novo prefeito Marcos Bezerra antes do prazo final de 30 de abril de 2026.

Esta decisão ministerial, que exige respostas concretas para evitar o “colapso administrativo”, impacta diretamente a qualidade de vida da população mossoroense e coloca em xeque a ambição do ex-prefeito, agora pré-candidato ao Governo do Estado, cujas promessas de campanha contrastam com a dura realidade documental.

Enquanto a tela dos smartphones exibia uma Mossoró em pleno vapor, projetada pelo intenso marketing digital de Alysson Bezerra, a realidade dos documentos oficiais pintava um quadro sombrio para quem mais precisa. O levantamento do órgão ministerial, que fundamenta uma série de recomendações urgentes, identifica falhas estruturais nos pilares básicos da administração municipal.

Na saúde, a precariedade no abastecimento de insumos básicos significa pacientes sem medicamentos essenciais ou leitos disponíveis, e os gargalos no atendimento especializado prolongam o sofrimento de famílias que aguardam por diagnósticos e tratamentos que não chegam. Na educação, a infraestrutura das escolas e o déficit de profissionais revelam que o “padrão” anunciado nos vídeos de campanha não alcançou todas as crianças em suas salas de aula. Já na assistência social, o setor mais sensível para a população vulnerável, o relatório descreve uma desarticulação que compromete serviços vitais, deixando quem depende de apoio com portas fechadas.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Apoiador de Alysson, Abraão Lincoln é condenado por usar conta de recepcionista para movimentar R$ 823 mil

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) manteve, por unanimidade, a condenação do ex-candidato a deputado federal Abraão Lincoln Ferreira da Cruz por prática de caixa 2 nas eleições de 2014. Ele é aliado e apoiador de Alysson Bezerra que é candidato ao governo do estado.

COMO FOI:

Segundo a decisão, foram movimentados R$ 823.719,88 fora da contabilidade oficial da campanha, utilizando a conta bancária de uma terceira pessoa — a recepcionista Izabel Cristina Barbosa Montenegro, ligada à Confederação Nacional de Pescadores e Aquicultores (CNPA), entidade presidida por Abraão à época.

De acordo com o relator, juiz Eduardo Pinheiro, a conta funcionava como uma “conta de passagem”, usada para entrada e saída de recursos sem registro oficial. Os extratos apontam movimentações incompatíveis com a renda da titular, que era de R$ 39.580,94 por ano, incluindo transferências de até R$ 86 mil e depósitos de R$ 49.900.

A Justiça identificou ainda pagamentos a fornecedores de campanha não declarados, incluindo despesas com gráficas e combustíveis após o primeiro turno.

Com a decisão, foi mantida a pena de 2 anos e 4 meses de reclusão, além de 15 dias-multa. A defesa alegou nulidades no processo, mas os argumentos foram rejeitados. O caso ainda pode ser levado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Do Robson Pires