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5ª
Grande Vaquejada: Parque Rancho 13 de Maio, Olho D'água do Borges
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem sendo aconselhado a declarar apoio à criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) voltada a investigar o caso Master.
O
petista vinha resistindo à pressão, mas a orientação de dirigentes do partido é
aumentar a pressão sobre o comando do Poder Legislativo.
O
aceno do presidente seria uma forma de endossar a estratégia de vincular o
escândalo financeiro ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como feito em
propaganda partidária que criou a alcunha “BolsoMaster”.
Além
disso, segundo auxiliares do presidente, essa seria uma resposta ao presidente
do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), que é contra a CPI do Banco
Master e atuou contra a nomeação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal
Federal).
Um
dos motivos apontados para a rejeição histórica de Messias foi sua relação
próxima ao ministro André Mendonça, relator do escândalo do Banco Master na
Suprema Corte.
As
investigações da PF (Polícia Federal) mostraram que as vinculações do caso
Master não se restringiram a um grupo partidário, envolvendo políticos de
direita, de centro e de esquerda.
CNN
O déficit nominal das contas públicas atingiu R$ 1,218 trilhão no acumulado de 12 meses até março, o maior valor da série histórica iniciada em 2002, segundo o Banco Central.
O
rombo permanece acima de R$ 1 trilhão há sete meses consecutivos e cresce há
nove meses seguidos. O resultado reflete principalmente dois fatores: o aumento
dos juros da dívida, que chegaram a R$ 1,080 trilhão, e o déficit nas contas
primárias.
O
déficit primário — que desconsidera os juros — foi de R$ 137,1 bilhões em 12
meses, mais que o dobro do registrado em fevereiro (R$ 52,8 bilhões).
Só
em março, o setor público registrou déficit primário de R$ 80,7 bilhões, puxado
pelo governo central (R$ 74,8 bilhões) e por estados e municípios (R$ 5,4
bilhões). As estatais também tiveram saldo negativo de cerca de R$ 500 milhões.
Os
gastos com juros somaram R$ 118,9 bilhões no mês, bem acima dos R$ 75,2 bilhões
registrados em março de 2025.
O senador Rodrigo Pacheco indicou a aliados que não pretende disputar uma vaga no Supremo Tribunal Federal nem o governo de Minas Gerais.
Nos
bastidores, o nome de Pacheco chegou a ser defendido pelo presidente do Senado,
Davi Alcolumbre, como alternativa ao STF. Já o presidente Lula articulava para
que ele fosse candidato ao governo mineiro.
Após
a rejeição do nome de Jorge Messias no Senado, Pacheco passou a sinalizar que
não tem interesse em nenhum dos dois caminhos. Segundo o G1, Pacheco afirmou a
interlocutores que não deseja ser novamente cogitado para o Supremo e também
avalia como comunicar a Lula que não pretende disputar eleições em Minas.
Durante
a votação que barrou Messias, Pacheco manteve postura discreta no plenário.
Antes, chegou a demonstrar apoio ao indicado, com reunião e manifestação
pública.
Agora,
segundo aliados, o senador pretende adotar um papel mais conciliador, buscando
aproximar Lula e Alcolumbre após o desgaste político gerado no episódio.
O RN registrou a frustração de cerca de R$ 13 bilhões em investimentos após a devolução de outorgas de projetos de usinas solares entre 2025 e o início de 2026, segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), cenário que acende alerta para impactos na economia, empregos e atração de novos empreendimentos no estado.
De
acordo com os dados, foram devolvidos 2,8 gigawatts (GW) em capacidade de
geração, volume superior aos 2,1 GW atualmente em operação no RN. Ao todo, 51
projetos foram afetados, o que representa cerca de 7% das devoluções
registradas no Brasil no período analisado, conforme informações da Tribuna do
Norte.
Segundo
a Absolar, um dos principais fatores para a desistência dos empreendimentos é o
chamado “curtailment”, que são cortes na geração de energia renovável sem
compensação financeira aos produtores, além de entraves regulatórios e
limitações na infraestrutura de escoamento.
Representantes
do setor energético apontam que o cenário pode impactar diretamente a geração
de empregos, a arrecadação e a competitividade do estado, além de aumentar a
cautela de investidores nacionais e internacionais na destinação de novos
recursos para o RN.
De
acordo com especialistas e entidades, mudanças recentes no marco regulatório do
setor elétrico, redução de subsídios e incertezas jurídicas também estariam
entre os fatores que influenciam a devolução das outorgas e a retração dos
projetos no estado.
As
informações são baseadas em levantamento da Associação Brasileira de Energia
Solar Fotovoltaica (Absolar) e em declarações de representantes do setor.
O Palácio do Planalto intensificou as articulações para a próxima indicação ao Supremo Tribunal Federal. Nesta sexta-feira (1º), após a recusa do advogado-geral da União, Jorge Messias, o nome da ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, passou a ganhar força nos bastidores do governo e do PT.
A
movimentação reflete a busca por um perfil que consiga equilibrar apoio
político e renovação na Suprema Corte, em uma escolha que tem impacto direto no
cenário institucional e político do país.
O
que chama atenção é o histórico recente. Simone Tebet, em debates eleitorais
anteriores, chegou a chamar Lula de ladrão.
A
menção ao nome de Tebet para a Suprema Corte não é novidade; ela já figurou em
outras listas de cotados. Ela desfruta de notável simpatia entre a cúpula da
Casa Legislativa e recebe o apoio de ministros do próprio STF, como Gilmar
Mendes e Flávio Dino, fortalecendo sua posição como uma escolha de consenso.
A oposição ao governo Lula prepara um novo projeto para anistiar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, mesmo após a aprovação da dosimetria, que reduz penas.
O
líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que a
proposta deve prever “anistia ampla, geral e irrestrita” e será apresentada em
um momento mais favorável.
A
medida, prevista no Código Penal, extingue punições e processos. O texto
original com esse alcance acabou substituído pela dosimetria durante a
tramitação no Congresso.
Parlamentares
como Marcel van Hattem (Novo-RS) avaliam que a derrubada do veto abre caminho
para retomar a pauta. Já Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu “justiça integral”
aos condenados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Para
o senador Esperidião Amin (PP-SC), a dosimetria é o primeiro passo, e a anistia
pode ser a próxima etapa, com possível revisão de processos ligados ao caso.
A despesa do setor público consolidado –União, Estados, municípios e estatais– com juros da dívida será recorde no 3º governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O gasto médio será 7,64% do Produto Interno Bruto.
O
pico anterior havia sido no 1º mandato de Lula, de 2003 a 2006, quando o
pagamento médio foi de 7,25% do PIB. O governo Jair Bolsonaro (PL) teve o menor
patamar da história com esse tipo de despesa (4,97%). O percentual foi
impactado pela pandemia de covid-19, quando o Banco Central reduziu o
juro-base, chegando até 2% ao ano, para estimular a economia em momento de
crise sanitária.
O
gasto com juros da dívida está em trajetória de expansão. No acumulado de 12
meses até março, o setor público consolidado pagou R$ 1,08 trilhão com juros da
dívida, o maior valor anualizado em termos nominais da série histórica. A
despesa em base anual era de R$ 1,037 trilhão em fevereiro e de R$ 935 bilhões
em março de 2025.
Lula
culpou o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto pelos juros
elevados. Foram dezenas de críticas, que começaram em 18 de janeiro de 2023 e
se estenderam até a saída do ex-banqueiro central do cargo. Indicado pelo
governo, Gabriel Galípolo foi poupado das reclamações de Lula, apesar de ter
votado para subir a taxa básica, a Selic, depois da saída de Campos Neto.
A
Selic tem efeito importante no encarecimento dos juros da dívida. Quando Campos
Neto saiu do cargo, em dezembro de 2024, o juro-base estava em 12,25% ao ano.
Com Galípolo, subiu para 15% ao ano em junho de 2025, e permaneceu neste
patamar até março de 2026.
O
Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu cortar a taxa básica para 14,50%
ao ano na reunião de 4ª feira (29.abr.2026).
Eis
o histórico anual de gastos com juros da dívida no governo Lula:
2023:
-6,56% do PIB;
2024:
-8,07% do PIB;
2025:
-7,91% do PIB;
2026:
-8,0% do PIB (estimativa do Boletim Focus).
Poder360
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (29), que o Irã “não consegue se acertar”, em meio ao impasse nas negociações para encerrar a guerra entre os dois países.
“Eles
não sabem como assinar um acordo não nuclear. É bom que eles fiquem espertos
logo”, acrescentou Trump em postagem na Truth Social.
A
publicação veio acompanhada de uma foto de Trump segurando um fuzil, com
explosões ao fundo, e a legenda “Chega de Sr. Cara Legal!”.
No
começo da semana, o Irã apresentou aos EUA uma proposta para encerrar a guerra
e reabrir o estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo
mundial, caso Washington adie conversas sobre o programa nuclear de Teerã e
suspenda o bloqueio a portos iranianos.
A
oferta foi recebida com ceticismo pelo governo Trump, segundo o The Wall Street
Journal.
De
acordo com o Wall Street Journal, autoridades dos EUA disseram que o presidente
havia instruído seus assessores a se prepararem para um bloqueio prolongado dos
portos do Irã, em uma tentativa de forçar Teerã a capitular.
R7
Enquanto a Polícia Federal não se manifesta publicamente sobre as investigações da Operação Mederi, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, segue na condição de pré-candidato ao Governo do Estado, mantendo agenda política com visitas e produção de conteúdos pelo Rio Grande do Norte.
Conhecido
na política mossoroense como “menino pobre”, Allyson continua percorrendo
municípios e articulando apoios, mesmo com o cenário de investigação ainda em
aberto.
A
Operação Mederi completou três meses desde sua deflagração e teve como um dos
alvos o então prefeito de Mossoró, sob suspeita de participação em supostos
desvios de recursos financeiros na área da saúde.
O pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, reconheceu publicamente a importância da obra de engorda da praia de Ponta Negra, realizada na gestão do ex-prefeito Álvaro Dias.
Ao
comentar o tema, Allyson afirmou que é favorável ao tipo de intervenção,
citando inclusive exemplos semelhantes em estados como Ceará e Santa Catarina,
onde projetos dessa natureza vêm sendo adotados no litoral.
Apesar
do reconhecimento, o pré-candidato fez uma ressalva. Segundo ele, a obra em
Natal não teria sido bem planejada e executada em alguns pontos, especialmente
no que diz respeito à drenagem, que tem apresentado problemas.
Diante
disso, Allyson sinalizou que, caso eleito, pretende montar um grupo de trabalho
para avaliar e corrigir os transtornos identificados.
O
fato chama atenção no cenário político, já que, mesmo sendo adversário direto,
Allyson acaba reconhecendo a relevância de uma das principais obras da gestão
de Álvaro Dias — ainda que com críticas pontuais à forma como foi conduzida.
A rejeição ao governo do presidente Lula (PT) atinge 75,4% entre evangélicos e chega a 69,4% entre jovens de 16 a 24 anos, segundo levantamento da AtlasIntel divulgado nesta terça-feira (28). De acordo com os dados, o índice geral de avaliação negativa da gestão federal também apresentou leve alta em abril, indicando avanço da percepção crítica em diferentes segmentos.
Segundo
a pesquisa, 51,3% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo,
ante 50% em março. Já a avaliação positiva, considerada como ótimo ou bom,
passou de 41% para 42%.
A
variação ocorre, principalmente, pela redução no número de entrevistados que
avaliavam a gestão como regular, que caiu de 10% para 6,8%.
De
acordo com o levantamento, a rejeição é mais elevada entre evangélicos (75,4%),
jovens de 16 a 24 anos (69,4%) e homens (57,3%).
O
estudo também aponta índices elevados entre pessoas com ensino médio completo,
que registram 56,8% de avaliação negativa do governo.
Em
termos regionais, Norte e Nordeste apresentam avaliações mais positivas,
enquanto Sudeste, Sul e Centro-Oeste concentram maiores percentuais de
reprovação, segundo a AtlasIntel.
A
pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril. A margem de erro é
de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%,
conforme informado pela empresa.
Um ultimato do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) impõe um freio na narrativa de sucesso da gestão Alysson Bezerra em Mossoró, revelando, nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, um cenário de fragilidade estrutural. Relatórios detalhados, divulgados na semana passada pelo Diário do RN, apontam deficiências críticas na saúde, educação e assistência social, demandando ações urgentes do novo prefeito Marcos Bezerra antes do prazo final de 30 de abril de 2026.
Esta
decisão ministerial, que exige respostas concretas para evitar o “colapso
administrativo”, impacta diretamente a qualidade de vida da população
mossoroense e coloca em xeque a ambição do ex-prefeito, agora pré-candidato ao
Governo do Estado, cujas promessas de campanha contrastam com a dura realidade
documental.
Enquanto
a tela dos smartphones exibia uma Mossoró em pleno vapor, projetada pelo
intenso marketing digital de Alysson Bezerra, a realidade dos documentos
oficiais pintava um quadro sombrio para quem mais precisa. O levantamento do
órgão ministerial, que fundamenta uma série de recomendações urgentes,
identifica falhas estruturais nos pilares básicos da administração municipal.
Na
saúde, a precariedade no abastecimento de insumos básicos significa pacientes
sem medicamentos essenciais ou leitos disponíveis, e os gargalos no atendimento
especializado prolongam o sofrimento de famílias que aguardam por diagnósticos
e tratamentos que não chegam. Na educação, a infraestrutura das escolas e o
déficit de profissionais revelam que o “padrão” anunciado nos vídeos de
campanha não alcançou todas as crianças em suas salas de aula. Já na
assistência social, o setor mais sensível para a população vulnerável, o
relatório descreve uma desarticulação que compromete serviços vitais, deixando
quem depende de apoio com portas fechadas.
O
Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) manteve, por
unanimidade, a condenação do ex-candidato a deputado federal Abraão Lincoln
Ferreira da Cruz por prática de caixa 2 nas eleições de 2014. Ele é aliado e
apoiador de Alysson Bezerra que é candidato ao governo do estado.
COMO
FOI:
Segundo
a decisão, foram movimentados R$ 823.719,88 fora da contabilidade oficial da
campanha, utilizando a conta bancária de uma terceira pessoa — a recepcionista
Izabel Cristina Barbosa Montenegro, ligada à Confederação Nacional de
Pescadores e Aquicultores (CNPA), entidade presidida por Abraão à época.
De
acordo com o relator, juiz Eduardo Pinheiro, a conta funcionava como uma “conta
de passagem”, usada para entrada e saída de recursos sem registro oficial. Os
extratos apontam movimentações incompatíveis com a renda da titular, que era de
R$ 39.580,94 por ano, incluindo transferências de até R$ 86 mil e depósitos de
R$ 49.900.
A
Justiça identificou ainda pagamentos a fornecedores de campanha não declarados,
incluindo despesas com gráficas e combustíveis após o primeiro turno.
Com
a decisão, foi mantida a pena de 2 anos e 4 meses de reclusão, além de 15
dias-multa. A defesa alegou nulidades no processo, mas os argumentos foram
rejeitados. O caso ainda pode ser levado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Do Robson Pires
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa, nesta segunda-feira (27), um mês em prisão domiciliar autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF em caráter humanitário. A medida, fixada inicialmente por 90 dias, foi baseada em questões de saúde e deverá ser reavaliada ao fim do período.
Bolsonaro
deixou, no fim de março, o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal,
após ser internado com um quadro de broncopneumonia bilateral. Desde então,
passou a cumprir a medida em sua residência, em Brasília, sob monitoramento
eletrônico e regras impostas pela Corte.
De
acordo com as determinações, o ex-presidente utiliza tornozeleira eletrônica e
deve permanecer em casa, com saídas restritas a atendimentos médicos
autorizados. Também há exigência de envio de relatórios médicos semanais ao
STF, com atualização do estado de saúde e evolução do tratamento.
Segundo
as regras estabelecidas, Bolsonaro não pode utilizar telefone, redes sociais ou
qualquer meio de comunicação direta ou indireta. O descumprimento das condições
pode levar à revogação da domiciliar, conforme previsto na decisão judicial.
Nos
últimos desdobramentos, o ministro Alexandre de Moraes solicitou manifestação
da Procuradoria-Geral da República sobre um pedido da defesa para realização de
cirurgia no ombro. Em resposta, o procurador-geral informou que não vê
impedimento para o procedimento, cabendo agora nova análise do relator.
A Seleção Brasileira de Futebol aparece apenas na sexta posição entre os favoritos ao título da Copa do Mundo de 2026, segundo projeção do supercomputador da Opta Analyst. A equipe tem 6,23% de chance de conquistar o troféu.
O
levantamento coloca o Brasil atrás de seleções europeias e da atual campeã, a
Seleção Argentina de Futebol. No topo do ranking está a Seleção Espanhola de
Futebol, com 15,81%, seguida por Seleção Francesa de Futebol (12,95%) e Seleção
Inglesa de Futebol (11,06%). A Seleção Portuguesa de Futeboltambém aparece à
frente, com 6,89%.
Logo
atrás do Brasil estão Seleção Alemã de Futebol, Seleção Neerlandesa de Futebol,
Seleção Norueguesa de Futebol e Seleção Belga de Futebol, completando o top 10.
A
projeção indica um cenário mais equilibrado no futebol internacional e reflete
o momento recente da seleção brasileira no ciclo até o Mundial. O modelo da
Opta usa dados e simulações para estimar probabilidades, mas já teve acertos e
erros em edições anteriores.
A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte começa a ganhar contornos mais realistas. A ideia de polarização entre o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), e o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), não existe mais.
Cadu
Xavier (PT) estabeleceu o cenário real, juntando-se a Allyson e Álvaro no
patamar da possibilidade de vencer a eleição.
Ele
mostrou desenvoltura ao liderar a chamada “caravana do time Lula” na região
Oeste. Reuniu-se com prefeitos, vereadores, lideranças políticas e manteve
contato direto com o cidadão-eleitor, deixando claro que não será uma figura
decorativa no quadro da sucessão estadual.
Ao
retornar a Natal, Cadu levou na bagagem o apoio de seis prefeitos e de dezenas
de vereadores, ex-vereadores, ex-prefeitos e lideranças.
Pois
bem.
O
cenário eleitoral está agora melhor delineado. São três nomes capazes de
disputar o cargo de governador com possibilidades de vitória.
defato.com
A
escolha do publicitário João Santana para comandar o marketing da campanha de
Allyson Bezerra ao Governo do Estado revela o tamanho da estrutura que está
sendo montada para 2026. Considerado um dos maiores nomes do marketing
político, Santana tem no currículo campanhas vitoriosas para líderes como Lula
e Dilma Rousseff, além de atuações internacionais em países como Venezuela,
República Dominicana, El Salvador e Angola.
O
peso do nome não é apenas político — é também financeiro. João Santana é
conhecido por trabalhar com campanhas de alto custo, o que, nos bastidores, já
levanta a expectativa de que a campanha de Allyson será uma das mais caras do
estado.
A
articulação para contratá-lo envolveu diretamente o ex-senador José Agripino
Maia, que foi com Allyson até Salvador para fechar os detalhes. A escolha de um
marqueteiro desse porte, inclusive vindo de fora do Rio Grande do Norte, chama
atenção diante da existência de profissionais locais experientes.
Nos
bastidores, o comentário é direto: com um nome desse tamanho à frente do
marketing e uma engrenagem publicitária ampla, Allyson Bezerra entra na disputa
“montado no dinheiro”, mirando o uso estratégico do fundo eleitoral e apostando
em uma campanha de grande impacto.
O
cenário que se desenha é claro: além de um marqueteiro de peso, o custo também
será pesado — e a campanha promete ser uma das mais milionárias da eleição no
Rio Grande do Norte.



